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Número de cooperativas de catadores cresceu 58,9% em Goiás nos últimos 9 anos

Número de cooperativas de catadores cresceu 58,9% em Goiás nos últimos 9 anos

Número saltou de 34 para 54 em nove anos

Jornal Opção - Luan Monteiro05 agosto 2024 às 14h27

Número de cooperativas em operação em Goiás saltou de 34 para 54 desde 2015. | Foto: Governo do DF


Segundo relatório divulgado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), o número de cooperativas ou associações de catadores de recicláveis cresceu 58,9% em Goiás desde 2015. Em números absolutos, o salto foi de 34 para 54.


“Uma parcela significativa da fração seca reciclável dos resíduos sólidos urbanos é recolhida por catadores de resíduos. No entanto, considerando a quantidade de trabalhadores, o número de catadores vinculados a cooperativas e/ou associações ainda é pequeno, pois a maioria deles atua de forma autônoma”, aponta a Semad.

Os dados divulgados constam no relatório de monitoramento do Plano Estadual de Resíduos Sólidos (Pers), que começou a ser produzido no segundo semestre do ano passado. O Pers é um documento que delineia metas, diretrizes e objetivos para a gestão de resíduos sólidos em Goiás. O documento norteia o trabalho da secretaria.

“Apesar da importância dessas cooperativas e associações para se promover a reciclagem, há poucas iniciativas consolidadas no Estado”, afirma Kaoara Batista de Sá, superintendente de Desenvolvimento Sustentável e Resíduos Sólidos da Semad.

Goiânia concentra 13 dessas cooperativas. Apenas duas operam sob responsabilidade das prefeituras e três estabeleceram parcerias com os municípios.


Outro ponto do estudo é a quantidade de municípios em que há central de triagem ou de compostagem. De acordo com o levantamento, 49 municípios declararam ter essa estrutura em operação, 181 não têm e 16 não responderam. No caso da compostagem, há 12 municípios com centrais e 218 não.

A central de triagem funciona para que materiais recicláveis coletados (como papel, plástico, vidro, metais e outros) são separados e classificados de acordo com sua composição. Posteriormente, são preparados para a reciclagem. Esse processo ajuda a maximizar a quantidade de materiais que podem ser reciclados.

A compostagem, por sua vez, é o processo de decomposição biológica de resíduos orgânicos, catalisado pela ação de microrganismos. “Trata-se de um método simples e de baixo custo que contribui para a redução da quantidade de resíduos destinados aos locais de disposição final do resíduo sólido urbano, aumentando assim a vida útil desses locais”, explica o relatório.

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